quinta-feira, 30 de abril de 2009
MC autoriza abertura de editais de licitação para TVs e rádios FMs
O Ministério das Comunicações autorizou a abertura de editais de licitação para 64 emissoras de radiodifusão. São 55 para rádios em freqüência modulada e nove para televisão.
De acordo com a portaria, publicada no Diário Oficial desta segunda-feira 27, o Ministério das Comunicações vai enviar ao Tribunal de Contas da União, no prazo de 60 dias, os estudos de viabilidade econômica, conforme exigências da Instrução Normativa (nº 27/98) e o Acórdão (nº 2266/2008).
No entanto, o Ministério das Comunicações só poderá abrir edital para as devidas licitações, tanto de rádio FM quanto de televisão, após a aprovação do Tribunal de Contas da União.
O Ministério das Comunicações ressalta que, para selecionar as emissoras, foram observadas as características técnicas e os devidos planos básicos de cada serviço de radiodifusão.
Para as 55 emissoras de FMs, foram contemplados 18 estados do país: Alagoas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Pernambuco, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rondônia, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Sergipe e São Paulo.
Entre as emissoras de TVs, oito estados foram contemplados com nove emissoras: Alagoas, Bahia, Espírito Santo, Maranhão, Paraná, Rio Grande do Norte, Sergipe e São Paulo.
São os seguintes municípios que constam na portaria de abertura de licitação para televisão: Arapiraca (AL), Irará e Mucugê (BA), São Mateus (ES), Santa Quitéria (MA), Umuarama (PR), Mossoró (RN), Aracaju (SE) e Marília (SP).
Para rádios FMs, são os seguintes municípios: Traipu (AL), Barra do Choca, Condeúba, Itagibá, Mirangaba e Buritirama (BA), Horizonte (CE), Iconha (ES), Abadiânia, Cidade Ocidental, Corumbaíba e Fazenda Nova (GO), Olho D’Água das Cunhãs, São Benedito do Rio Preto e São Bento (MA), Lagoa da Prata, Setubinha, Bandeira do Sul, Diamantina, Francisco Sá, Glaucilândia, Montes Claros, Argirita, Faria Lemos, Cerro (MG), Magalhães Barata e Canaã dos Carajás (PA), Maturéia e Bayeux (PB), Jupi (PE), Tamarana, Rio Bonito do Iguaçu, Maripá e Mangueirinha (PR), Bom Jardim e Campos dos Goytacazes (RJ), São José do Mipibu (RN), Buritis e São Francisco do Guaporé (RO), Mata, Arroio dos Ratos, Encantado, Ibiaçá e Rio dos Índios (RS), Pouso Redondo, Ituporanga, Rio do Sul, Trombudo Central e Campo Belo do Sul (SC), Capela e Umbaúba (SE), Santa Clara do Oeste, Bilac, Santana da Ponte Pensa e Três Fronteiras (SP).
Com informações de Eider Moraes/ASCOM – MC
Fonte: AVOL
quarta-feira, 29 de abril de 2009
Abril diz que Abert não pode falar em nome da radiodifusão

Mantovani diz que, ao contrário do que diz a Abert, os radiodifusores nunca se comprometeram a ocupar toda a frequência do canal digital com a alta definição. "A lei fala em uso eficiente do espectro. Uso eficiente não é, necessariamente, alta definição", diz. Acusando ainda as transmissões em alta definição de elitistas, já que a maior parte da população não pode pagar por monitores em alta definição.
Em relação ao argumento de que a Constituição proíbe a transmissão em mais de um canal, Mantovani diz que a Carta não fala em mais de um conteúdo dentro do canal. "O canal continua sendo apenas um", diz. "Além disso, não é necessário fazer alta definição para preencher os 6 MHz. É possível fazer alta definição e ainda ter mais uma programação".
Por fim, em relação ao modelo de negócios, que a Abert alega não haver para a exploração da multiprogramação, Mantovani diz que cabe a cada empresa definir o seu. "Quem tiver modelo de negócio, que faça multiprogramação".
Por fim, André Mantovani diz que a própria norma do Minicom é irregular. "Uma norma não pode mudar um decreto presidencial". Para ele, o decreto que definiu que padrão brasileiro deveria permitir, entre outros aspectos, a multiprogramação, autoriza as emissoras a transmitir mais de um conteúdo simultaneamente. É por isso, segundo Mantovani, que a Abril não pediu autorização para fazer as transmissões experimentais em multiprogramação, mesmo após a oferta da Minicom. "Não preciso de autorização, a autorização é o decreto", alega. Fernando Lauterjung
Fonte: Tela Viva Online
Conheça um Pouco da Rede de Rádios Transamérica Fm
Seminário de jornalismo homenageia radialistas
As mesas-redondas acontecem, às 19 h, e têm convidados ilustres que serão homenageados pela
grande contribuição ao radiojornalismo paraense como Edgar Proença, por seus 37 anos à frente do programa "Feira do Som", José Vieira, apresentando o programa Jornal da Manhã há 25 anos, e Nonato Cavalcante, à frente da Rádio Clube que completa 81 anos, sendo a
quarta emissora a entrar no ar no Brasil. O Seminário é uma iniciativa da Coordenação de Jornalismo e possui um formato diferenciado e inovador. Neste módulo, dedicado ao radiojornalismo, uma rádio estará no ar apresentando simultaneamente o evento para toda
a instituição que estará sonorizada. A partir das 18h, muita música, luzes, performances e informação estarão rolando para que os alunos fiquem estimulados a participar do evento.
O evento é um momento de propiciar o encontro da academia com o mercado num clima de descontração.
Jingles criados por alunos e também as Fapetes vão dar um colorido maior ao evento.
quarta-feira, 15 de abril de 2009
Rádio muda rotina de estudantes

Ao toque do sinal para o recreio, os alunos se reúnem no pátio, onde participam de atividades de integração sugeridas pela voz do alto-falante. Desde que a Rádio Tagarela foi criada, no final do ano passado, a rotina mudou na Escola Básica Municipal Olavo Bilac, no Bairro Testo Central. O intervalo das aulas também passou a ser momento de aprender.
Além de incentivar a troca de conhecimentos e estimular a imaginação e a criatividade do público, a rádio-recreio promove a descoberta de novos talentos. O projeto se firmou como ferramenta pedagógica e ganhou destaque até do Ministério da Educação (MEC).
A iniciativa surgiu depois de professores da escola participarem do curso Mídias na Educação, promovido pelo MEC em todo o país com o objetivo de capacitar o uso de tecnologias de informação no processo pedagógico. Ao apresentar um documentário sobre o projeto, a escola foi elogiada em encontro no final de fevereiro em Joinville e a iniciativa teve ênfase no site do MEC, onde a ideia foi disponibilizada.
A estrutura é modesta. Compõe-se de microfone, caixa de som, rádio e computador. A programação é baseada em informações, dicas, avisos, recados, música e notícias ligadas à escola.
– Não se poderia conceber uma rádio que tocasse apenas música na escola. Acreditávamos que deveria haver um envolvimento maior dos alunos. Até porque se fosse o contrário, seria novidade apenas por algum tempo e logo deixaria de atrair interesse – argumenta a diretora da escola, Joana Wachhlolz.
Programas são gravados no contraturno das aulas
O primeiro programa foi ao ar em 26 de setembro de 2008 e o nome da rádio foi escolhido pelos alunos por intermédio de um concurso. Os programas são sempre gravados. Uma vez por semana eles se reúnem no contraturno escolar para montar a programação da semana.
– Fizemos novas amizades, aprendemos muito e exercitamos a fala, com as locuções. Penso em fazer um programa sobre o novo acordo ortográfico – antecipa a locutora e aluna Mara Lucia Franz, 14 anos.
Fonte: Diário Catarinense
segunda-feira, 13 de abril de 2009
YouTube e Universal criam site de música
NOVA YORK - O YouTube e o Universal Music Group, maior gravadora do mundo, anunciaram nesta quinta-feira (09/04) que estão desenvolvendo um conjunto um site de vídeos musicaisO novo site se chamará Vevo e espera-se que seja lançado nos próximos meses, afirmaram as companhias.Os planos para o Vevo se somam à renovação e a extensão de acordos de diretos do YouTube para lançar conteúdos em vídeo de artistas contratados da Universal, como U2, 50 Cent e Kanye WestA Universal Music pertence ao grupo de mídia francês VivendiO Vevo será um site premium de vídeos musicais online, idealizado para oferecer vídeos em qualidade mais alta, opondo-se àqueles amadores exibidos no YouTube com aparência muitas vezes granulada.
CCJ aprova parecer que impede parlamentares de terem rádio e TV
Um parecer do senador Pedro Simon (PMDB-RS) pode tornar inviável a renovação de concessões de rádios e TVs cujos proprietários sejam parlamentares. A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) aprovou na última terça-feira (07/04) o parecer, que vai a plenário e já começa a provocar polêmica, visto que são quase 50 deputados e mais de 20 senadores com vínculo com veículos de Comunicação.Segundo a Constituição brasileira, “deputados e senadores não poderão, desde a posse, ser proprietários, controladores ou diretores de empresa que goze de favor decorrente de contato com pessoa jurídica de direito público, ou nela exercer função remunerada”. O texto de Simon determina que uma concessão não seja renovada caso a emissora de rádio ou TV tenha entre seus proprietários um parlamentar.
A reação foi imediata. O senador Antonio Carlos Magalhães Júnior (DEM-BA), sócio há mais de 20 anos da TV Bahia, afiliada da Rede Globo, avisou que vai levar o assunto para a Comissão de Ciência e Tecnologia (CCT).
Se referendada pelo Senado, haverá recurso ao Supremo Tribunal Federal (STF). “Essa interpretação dada ao texto constitucional é totalmente equivocada. Hoje há uma proibição de que parlamentares com mandato sejam gestores de empresas de comunicação, não proprietários”. Ele lembrou que é sócio da uma emissora e avisou que não vai vender sua participação para ser senador.
“O que aconteceu na CCJ na terça-feira foi um absurdo”, insistiu ele.
“Nem eu, que sou vice-presidente da comissão, sabia que esse assunto estava na pauta”, queixou-se o senador Wellington Salgado (PMDB-MG), proprietário de uma rede de TV no Triângulo Mineiro, retransmissora do SBT.
Salgado contestou a interpretação de Simon e disse que uma consulta já feita ao STF assegura que parlamentares só não podem ser gestores em empresas de comunicação. “Mas posso ser acionista”, disse.
CCT pede mais informações sobre concessões de rádio e TVO senador Lobão Filho (PMDB-MA) apresentou requerimento, aprovado pelos colegas da Comissão de Ciência e Tecnologia nesta quarta-feira (08/04), para ouvir o presidente da Agência Nacional de Telecomunicações, Ronaldo Sardemberg, sobre as normas de conduta usadas para fiscalizar os serviços de radiodifusão do País. Ele se mostrou preocupado com o número cada vez maior de pedidos de autorização para funcionamento de emissoras de rádio, comunitárias ou de frequência modulada, que chega até a comissão.
Lobão Filho lembrou que cabe à Anatel fiscalizar as atividades dessas emissoras para garantir sua legitimidade.
Com informações do jornal O Globo.
Cego conta como passou no vestibular de Música
Cego desde recém-nascido, André Vicente da Silva, 21 anos, quer ser professor de piano. Aos 11, ele aprendeu a tocar teclado. Com 17, começou a estudar teoria musical e ler partituras. E, neste ano, é um dos calouros do curso de Música da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).
» Confira dicas para fazer o cursinho online render » Veja como cursar duas faculdades ao mesmo tempo
Decidido a conquistar uma vaga no listão da federal, André passou 2008 se dedicando ao estudo da música. Depois da prova específica, teve pouco mais de dois meses para revisar os conteúdos da escola para os exames objetivos. Pegou livros de cursinhos e fez as provas interativas disponíveis no site da UFRGS. Todos os dias, estudava uma parte do conteúdo exigido pela universidade. Além de ler em braile e de contar com a ajuda de um programa de computador que lê o que está escrito na tela, André escreveu muito.
"Gravo melhor as coisas que eu escrevo. Então, eu fazia resumos das coisas que lia. Também procurava relacionar uma matéria a outra, como Literatura e História. Como já estudo música e tenho esse conhecimento, relacionava períodos históricos com tipos de estrutura musicais da época, seu contexto histórico", contou. Com dificuldades para encontrar material em braile de algumas disciplinas, André também contou com a ajuda de amigos e familiares. Uma amiga que estuda Engenharia deu uma força nos conteúdos de Física. Nos fins de semana, a mãe, Mara Inês da Silva, lia textos de matérias como Geografia, Biologia, História e Literatura.
Servidor concursado da prefeitura de Canoas, município da Região Metropolitana de Porto Alegre, André toca acordeon no grupo nativista Terra e Tradição - com o qual ensaia todos os sábados e se apresenta em bailes - e pratica seus dotes musicais no piano elétrico que tem em casa. Como não pode ler as partituras em braile com uma mão e tocar o piano com a outra, é obrigado a decorar as músicas. Para a prova prática, por exemplo, teve de decorar uma peça com cerca de seis minutos de duração.
Com o início das aulas, o futuro professor se sente cada dia mais próximo de seu sonho. Prevê que vai terminar o curso em, no mínimo, seis anos, mas não desanima - nem quando pensa na escassez de material didático em braile. "Eu nasci para a música e dedico minha vida a isso. Logo, serei professor de piano. É o que eu mais quero", resume.
Gosta de música? Concorra a um violão em Blog do VNews

Para participar é muito fácil! Basta você nos mandar um email no musica@vnews.com.br, contando pra gente uma coisa divertida ou diferente que já tenha acontecido com você e um violão. Estaremos recebendo emails até dia 23 de abril. Nos dias 24, 25 e 26 a equipe do VNews vai analisar todos os emails e no dia 27 divulgaremos o vencedor. Quer participar? Então pode mandar seu email aqui para o "Musica e afins" no musica@vnews.com.br e boa sorte! Você também pode participar através dos campos abaixo...
quarta-feira, 8 de abril de 2009
Show do Músico Ramiro Luiz em Feira de Santana

Atualmente Ramiro é instrumentista no Grupo Africania em Lençois na Chapada Diamantina.
terça-feira, 7 de abril de 2009
Ecofalantes fazem jornalismo comunitário na Ilha do Mel
Desde março de 2008, o projeto Ecofalantes da Ilha do Mel desenvolve ações voltadas para a comunicação popular e alternativa na Ilha do Mel. Através da educomunicação e das tecnologias digitais, o objetivo do projeto é promover a cidadania e conscientizar os moradores e turistas sobre a importância da preservação ambiental e cultural.O projeto, executado pelo Mater Natura - Instituto de Estudos Ambientais e patrocinado pelo Instituto Sadia de Sustentabilidade,realizou oficinas de inclusão digital, jornalismo comunitário, linguagem radiofônica e edição de áudio para a comunidade local, com professores da Universidade Federal do Paraná.
Para articular esse aprendizado e as ações com a comunidade, de maneira participativa, foi formado o Nucom (Núcleo de Comunicação da Ilha do Mel), em julho de 2008. Composto por moradores da ilha, o núcleo contribui para a formação de protagonistas sociais e agentes multiplicadores, que realizam a pesquisa-ação na própria comunidade, com orientação do projeto. Assim eles ficam informados e informam sobre a realidade local.
Um dos meios é o jornal comunitário Ondas da Notícia, que desde o final de 2008 circula da ilha. As primeiras edições, experimentais, foram produzidas durante as oficinas de jornalismo, realizadas em setembro e outubro. A comunidade quis dar continuidade ao jornal e, em novembro, foi feita uma nova edição, com oito páginas. As pautas, textos e fotos são todos produzidos pelos próprios moradores da ilha. Em fevereiro foi distribuída a 3ª edição, com tiragem de 2.500 exemplares.
Também em 2008 foi instalado um estúdio de gravação de áudio na Vila de Nova Brasília, ao lado do Telecentro. Após as oficinas de linguagem radiofônica e edição de áudio, os integrantes do Nucom começaram a desenvolver roteiros de programas de rádio e já deram início às gravações. Este material deverá ser exibido nas barcas que fazem a travessia até a ilha, em pousadas e em eventos locais. Eles trarão informações turísticas, regras, dicas e informações culturais, como lendas e poesias.
Parceria - Como apoio e estímulo ao resgate cultural, o projeto Ecofalantes conta com a parceria do Projeto Cultura Viva da Ilha do Mel - também executado pelo Mater Natura, e financiado pelo Ministério da Cultura (MinC). O Ponto de Cultura da Ilha do Mel tem como objetivo promover o resgate cultural e potencializar as expressões locais através do teatro, bem como realizar a difusão dessas informações através de ferramentas de mídia livre e da rede nacional de Pontos de Cultura.
Fonte: Projeto Ecofalantes da Ilha do Mel
Governo federal investe quase R$ 2 bi em Comunicação no ano de 2008
Somada ao valor investido em ações de patrocínio, R$ 867 milhões - leia mais sobre isso aqui - a verba de comunicação do Poder Executivo ficou em R$ 1,894 bilhão no ano passado. Os dados são da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom).
Na comparação com 2006, ano em que o governo federal mais investiu em publicidade, chegando a R$ 1,241 bilhão, a queda é de 17,3%. Ottoni Fernandes Júnior, secretário executivo da Secom, diz que houve um ligeiro corte nas verbas das estatais, que totalizaram R$ 714 milhões em 2008, cerca de R$ 20 milhões (3%) a menos que em 2007. O total dos investimentos de ministérios e outros órgãos da administração direta e indireta se mantiveram relativamente estáveis.
"Não houve restrição orçamentária, mas as estatais de fato puxaram o freio, como a Petrobras no último trimestre do ano", conta Fernandes Júnior, sem, no entanto, divulgar os valores por empresa. "Como elas concorrem no mercado com empresas privadas que não divulgam seus números, fazemos o mesmo com as estatais", justifica. Pelos contratos públicos com as agências, as três que mais investem são Caixa Econômica Federal, Petrobras e Banco do Brasil.
Dentre os demais órgãos da administração direta e indireta, a Secom liderou os investimentos publicitários do ano passado, com R$ 105 milhões, alta de 8%, seguida pelo Ministério da Saúde, com R$ 68 milhões, diminuição de 22%, e BNDES, R$ 30 milhões, abaixo de 6%.
Divisão do bolo
Entre os veículos, a televisão manteve a sua participação na divisão do bolo, ficando com 62,4%, totalizando R$ 641 milhões. Em seguida ficou o meio jornal, com R$ 134,6 milhões, 13,1% do share e aumento de 10,3% em relação ao exercício anterior. Fernandes Júnior destaca que o meio jornal ganhou mais investimentos em função da política do governo federal de regionalizar mais os investimentos, contemplando títulos pelo interior do País.
Outros meios que aumentaram sua participação na verba do governo foram a internet, com R$ 27 milhões, alta de 13%, e outdoor, com R$ 5 milhões e o maior aumento, de 49%. A queda mais significativa ficou com o meio revista, que faturou R$ 81,1 milhões, 11,9% a menos que em 2007. O meio rádio, com R$ 88,8 milhões, caiu 1,2%. Os números foram computados pelo Instituto de Acompanhamento da Publicidade (IAP) a partir dos pedidos de inserção fornecidos pelas agências de publicidade.
Fonte: Meio e Mensagem Online
segunda-feira, 6 de abril de 2009
Menina de sete anos é conselheira sentimental em programa de rádio na Grã-Bretanha
Após participar espontaneamente de um debate no qual aconselhou uma ouvinte a tomar uma caneca de leite e ir jogar basquete para esquecer o ex-namorado, Elaina Smith foi convidade a apresentar um quadro matinal. "Ficamos impressionados com o quanto ela era desenvolta e honesta", disse Tom Reeves, produtor do programa. "Desde que ela estreou, há seis semanas, a resposta da audiência tem sido muito boa", acrescentou.
De acordo com o produtor, a maioria dos ouvintes que participam do programa através de e-mails é de mulheres na faixa dos vinte anos. A uma dessas ouvintes, Elaina aconselhou que "rebolasse mais na pista ao som de alguma música do High School Musical" para que conseguisse arranjar um namorado. Não satisfeita, a menina acrescentou: "Procure saber se ele tem dinheiro".
Em outra ocasião, Elaina disse a ouvinte que "um namorado que sai com sua melhor amiga não vale a pena".
O sucesso, segundo informa a BBC de Londres, mudou os planos da garota de sete anos que desistiu de ser veterinária e declarou que pretende trabalhar no rádio quando crescer.
Fonte: Portal Imprensa
sexta-feira, 3 de abril de 2009
Blog lista nove coisas legais que a internet arruinou
Você se lembra de como era a vida antes da internet banda larga? Em um momento de nostalgia, o blog OMGLists elaborou uma lista com nove coisas legais do passado - da pornografia ao jornalismo - que a internet arruinou para sempre.9. Rick Astley - O maior hit do cantor Rick Astley, Never Gonna Give You Up, "era idiota o suficiente para rirmos dele, mas ainda assim grudento o bastante para cantarmos bêbados no karaokê", diz o site. Tudo mudou quando alguém resolveu publicar no YouTube um vídeo que parodiava a música. O irritante clipe Rick Roll virou um fenômeno na web e, para o pessoal do OMGLists, acabou com a graça de ouvir a declaração de amor de Astley.
UFRJ promove evento sobre a história do rádio no Brasil
A Escola de Comunicação da UFRJ realizará, nos dias 14 , 15 e 16 de abril, a "Radi(o)ação - II Semana de Radialismo da UFRJ". O evento reunirá profissionais e pesquisadores do ramo que discutirão sobre temas como a história do rádio no Brasil, as rádios comunitárias e o futuro do rádio, com enfoque na webrádio e rádios digitais. Também serão promovidas oficinas de jornalismo esportivo, webrádios e rádios comunitárias. As inscrições podem ser feitas no site do evento http://www.radioacao2009.blogspot.com/.Fonte: http://oglobo.globo.com/rio/mat/2009/04/03/ufrj-promove-evento-sobre-historia-do-radio-no-brasil-755122779.asp
quarta-feira, 1 de abril de 2009
20º Congresso Gaúcho de Radio e Tv com inscrições abertas
O presidente da AGERT, Roberto Cervo Melão, define o Congresso Gaúcho de Rádio e TV como um referencial no Brasil. “Participam dele presidentes de outras associações e congressos de todo o país”, resumiu. A programação será composta de palestras, eventos sociais, a visita aos estandes e também reunião de assembléia que escolherá o próximo presidente da AGERT.
O evento tem como presidente o diretor do Sistema Fandango de Comunicações, Pedro Ricardo Germano, que ja definiu, que entre os presentes será sorteado um automóvel GOL geração 5 da Volkswagen
Fonte: http://www.radiofandango.com.br/archive/valor.php?noticia=12401
Radiodifusão pirataria ou necessidade ?
Comunicação nos bairros Ribeirão tem duas rádios comunitárias legalizadas e outras oito que operam de forma clandestina
Notícias do bairro, oportunidades de emprego, datas de reuniões de associações e outras informações de interesse público chegam à população pela frequência das rádios comunitárias. Mas em Ribeirão Preto apenas alguns bairros têm o privilégio deste tipo de serviço, pois apenas duas rádios são autorizadas a atuar na cidade. Para cada uma delas, existem quatro rádios clandestinas, segundo denúncias feitas à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).
Para o advogado Dázio Vasconcelos, o número reduzido de rádios comunitárias na cidade também é resultado da falta de incentivo “além do boicote das rádios comerciais.”
As rádios comunitárias eram vistas como piratas no início, segundo o coordenador de programas e produtos da Educativa, Adonai Aparecido Silva. Mas desde 1998 o Serviço de Radiodifusão Comunitária foi regulamentado por Lei e o Ministério das Comunicações estabeleceu regras para este serviço. As emissoras podem ser abertas apenas por associações, sem fins lucrativos, que já tenham um trabalho na comunidade. A radiodifusão sonora tem frequência modulada (FM), de baixa potência (25 Watts). Segundo o advogado Dázio Vasconcelos, a pena para quem possui uma rádio comunitária pirata é a mesma dos que possuem outros tipos de rádios irregulares. “O problema maior com rádios ilegais é a interferência aérea. Os responsáveis por estas rádios, que funcionam sem autorização, é de dois a quatro anos de detenção”, afirma. Mesmo assim, em Ribeirão rádios não legalizadas ainda funcionam. De acordo com a Anatel, existem oito denúncias de rádios que estariam funcionando sem regularização. Entre 2008 e 2009 foram fechadas três rádios clandestinas na cidade. Na última quinta-feira, a Polícia Militar de Sertãozinho apreendeu aparelhos eletrônicos usados em uma rádio pirata que funcionava na cidade. Uma pessoa foi detida. Para incentivar o trabalho à comunidade legalmente, o Ministério das Comunicações abriu, em 99,86% dos municípios brasileiros, inscrições para abertura de novas rádios comunitárias. Só este ano, os processos de legalização de 162 rádios já foram encaminhados para o Congresso Nacional. (GR)
CENÁRIO
Comunitárias crescem no País
374 Rádios comunitárias foram abertas em todo o País no ano passado
13,3% Das rádios comunitárias legalizadas no Brasil estão no Estado de São Paulo
87,9 FM É a frequência na qual operam as duas rádios comunitárias legalizadas em Ribeirão
Fonte: http://www.gazetaderibeirao.com.br/conteudo/mostra_noticia.asp?noticia=1626797&area=92020&authent=BC8A561AD2247005335D81429DC90E
CURSO DE ROTEIRO E DIREÇÃO DE CINEMA, VÍDEO E TELEVISÃO
ATENÇÃO: INSCRIÇÕES ABERTAS!!!
ROTEIRO E DIREÇÃO DE CINEMA, VÍDEO E TELEVISÃO - 2009
Curso de fundamentação prática e teórica essencial para a formação de roteiristas, videomakers, atores e diretores de cinema, vídeo e TV.
Com o diretor e roteirista Rubens Shinkai.
1. Aulas Práticas e Teóricas.
2. Material Didático.
3. Câmera de Vídeo Digital e Equipamento de Iluminação Cênica para os Exercícios.
4. Aulas Práticas em Estúdio Profissional.
5. Edição dos Exercícos em Ilha de Edição Não-linear.
6. Certificado de Conclusão ao Final do Curso.
7. Carga Horária: 72h.
De 18 de abril a 04 de julho de 2009, sempre aos sábados, das 09h às 17h.
Na Faculdade Hélio Rocha. Av. Fernando Menezes de Góes, 570. Pituba - Salvador.
Informações: 71 2101-5000 (Núcleo de Atendimento) / 8862-3694
Email: ebacine@gmail.com
Mais informações sobre o curso e ministrante:
Governo iniciará cobrança de imposto de rádio e televisão
O governo deverá começar a cobrar este ano a Contribuição para o Fomento da Radiodifusão Pública, com o objetivo de financiar a EBC (Empresa Brasil de Comunicação, estatal de rádio e TV, sucessora da Radiobrás). O imposto será cobrado das atuais empresas emissoras de rádio e TV e deverá ter uma arrecadação anual de cerca de R$ 100 milhões.
Nos próximos dias, está prevista a publicação de uma medida provisória atribuindo à Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) a tarefa de fazer a cobrança.
Não haverá aumento de tributação no setor, uma vez que será reduzido, na mesma proporção, outro imposto que já incidia sobre essas empresas: Fundo de Fiscalização das Telecomunicações, que arrecada cerca de R$ 2 bilhões por ano. Para este ano, o orçamento da EBC é de R$ 176,6 milhões.Fonte: http://www.fatimanews.com.br/canais/noticias/?id=82385
Bob Dylan oferece inédita em seu site
A primeira música do novo álbum de Bob Dylan, "Beyond here lies nothin'", poderá ser obtida por meio de download livre e gratuito http://www.bobdylan.com/ entre esta segunda esta terça.
A música, pertencente ao novo trabalho do cantor americano - "Together through life" - que será lançado em 28 de abril, estará disponível por apenas 24 horas.Produzido por Jack Frost, o disco foi gravado no ano passado impulsionado pela composição de uma nova canção, "Life is hard", para o filme "Piaf - Um Hino ao Amor", do diretor francês Olivier Dahan.
Seu trabalho anterior, "Modern times" (2006), estreou no número um na lista da Billboard com disco de platina nos Estados Unidos e ficou entre os cinco primeiros lugares nas de outros 22 países.Fonte: g1.com.br
Jornalista, só com diploma
Em 1964, há 45 anos, na madrugada de 1º de abril, um golpe militar depôs o presidente João Goulart e instaurou uma ditadura de 21 anos no Brasil. Naquela época, todos os setores, inclusive o Jornalismo, e liberdades democráticas foram atingidas e sofreram por mais de duas décadas.
Em 2009, a sociedade brasileira pode estar diante de um novo golpe, mais direcionado que então. Desta vez, especificamente contra o seu direito de receber informação qualificada, apurada por profissionais capacitados a exercer o Jornalismo, com formação teórica, técnica e ética.
A exigência do diploma para o exercício da profissão de jornalista, em vigor há 40 anos (1969/2009), encontra-se ameaçada. O Supremo Tribunal Federal (STF) julgará, também em 1º de abril, o recurso que questiona a constitucionalidade da regulamentação profissional do jornalista. O ataque à profissão é mais um ataque às liberdades sociais, cujo objetivo fundamental é desregulamentar as profissões em geral e aumentar as barreiras à construção de um mundo mais pluralista, democrático e justo.
É importante esclarecer: defender que o Jornalismo seja exercido por jornalistas está longe de ser uma questão unicamente corporativa. Trata-se, acima de tudo, de atender à exigência cada vez maior, na sociedade contemporânea, de que os profissionais da comunicação tenham uma formação de alto nível. Depois de 70 anos da regulamentação da profissão e mais de 40 anos de criação dos Cursos de Jornalismo, derrubar este requisito à prática profissional significará retrocesso a um tempo em que o acesso ao exercício do Jornalismo dependia de relações de apadrinhamentos e interesses outros que não o do real compromisso com a função social da mídia.
O ofício de levar informação à sociedade já existe há quatro séculos. Ao longo deste tempo foi-se construindo a profissão de jornalista que, por ter tamanha responsabilidade, à medida que se desenvolveu o ofício, adquiriu uma função social cada vez mais fundamental para a sociedade. E para dar conta do seu papel, nestes quatro séculos, o Jornalismo se transformou e precisou desenvolver habilidades técnicas e teóricas complexas e específicas, além de exigir, também sempre mais, um exercício baseado em preceitos éticos e que expresse a diversidade de opiniões e pensamentos da sociedade.
Por isso, a formação superior específica para o exercício do Jornalismo há muito é uma necessidade defendida não só pela categoria dos jornalistas. A própria sociedade, recentemente, já deixou bem claro que quer jornalista com diploma. Pesquisa do Instituto Sensus, realizada em setembro de 2008, em todo o país, mostrou que 74,3 % dos brasileiros são a favor da exigência do diploma de Jornalismo. E a população tem reafirmado diariamente esta sua posição, sempre que reclama por mais qualidade e democracia no Jornalismo.
A Constituição, ao garantir a liberdade de informação jornalística e do exercício das profissões, reserva à lei dispor sobre a qualificação profissional. A regulamentação das profissões é bastante salutar em qualquer área do conhecimento humano. É meio legítimo de defesa corporativa, mas sobretudo certificação social de qualidade e segurança ao cidadão. Impor aos profissionais do Jornalismo a satisfação de requisitos mínimos, indispensáveis ao bom desempenho do ofício, longe de ameaçar à liberdade de Imprensa, é um dos meios pelos quais, no estado democrático de direito, se garante à população qualidade na informação prestada - base para a visibilidade pública dos fatos, debates, versões e opiniões contemporâneas.
A existência de uma Imprensa livre, comprometida com os valores éticos e os princípios fundamentais da cidadania, portanto cumpridora da função social do Jornalismo de atender ao interesse público, depende também de uma prática profissional responsável. A melhor forma, a mais democrática, de se preparar jornalistas capazes a desenvolver tal prática é através de um curso superior de graduação em Jornalismo.
A manutenção da exigência de formação de nível superior específica para o exercício da profissão, portanto, representa um avanço no difícil equilíbrio entre interesses privados e o direito da sociedade à informação livre, plural e democrática.
Somos mais de 60 mil jornalistas em todo o país. Milhares de profissionais que somente através da formação, da regulamentação, da valorização do seu trabalho, conseguirão garantir dignidade para sua profissão, e qualidade, interesse público, responsabilidade e ética para o Jornalismo praticado hoje no Brasil.
E não apenas a categoria dos jornalistas, mas toda a Nação perderá se o poder de decidir quem pode ou não exercer a profissão no país ficar nas mãos de interesses privados e motivações particulares. Os jornalistas esperam que o STF não vire as costas aos anseios da população e vote pela manutenção da exigência do diploma para o exercício da profissão de jornalista no Brasil. Para o bem do Jornalismo e da própria democracia.
* Presidente da Federação Nacional dos Jornalistas - FENAJ
Fonte: O jornalista.com.br



