Rádio

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Música de graça para sua rádio


A Agência Radioweb vai ampliar a distribuição de conteúdos. A partir desta semana também passamos a distribuir músicas às emissoras parceiras.
Já está no site a faixa-título "Errante" da Banda Coyte Guará de Brasília. Entre os integrantes da banda está nosso colega jornalista Apolos Neto, que faz uma saudação antes da música. O arquivo está no meio do site, na nova área, denominada "Música", entre a Editoria de Geral e Conteúdos Especiais. Para conhecer melhor a banda o endereço é http://news.agenciaradioweb.com.br/redirect.php?news=1223&email=emersonazevedo@yahoo.com.br&url=http://www.myspace.com/coyoteguara.

Baixe músicas do Eterno Rei do Pop Michael Jackson de graça































sexta-feira, 26 de junho de 2009

Artistas falam de Michael Jackson na música e na dança


Morte do ícone pop pega de surpresa músicos de várias gerações que elogiam o músico e dançarino


A morte de Michael Jackson, aos 50 anos, pegou de surpresa representantes de várias gerações da música brasileira. Muitos deles, inclusive, receberam a notícia pela própria imprensa.


Jackson (1958-2009): "empolgava não só com seu repertório, mas pelo seu bailado", diz Luiz Melodia



Luiz Melodia - "Independentemente da música, ele era um grande dançarino. Que empolgava não só com seu repertório, mas pelo seu bailado", disse o carioca, que afirma ter sofrido influência na dança.


Ed Motta - "Michael é a continuação da ideia proposta pelo James Brown, foi um Frank Sinatra do soul. Ele levou a ideia de cantar bem, dançar bem, ser um showman - e sempre com maestria". Para Ed Motta, Michael "liderava as massas de forma brilhante". Conclui: "Ele era uma Marilyn Monroe misturado com Mickey Mouse e a Coca-Cola juntos".


Dengue - O baixista do Nação Zumbi, de uma geração mais jovem, relembra do astro quando ainda era "moleque". "Lembro bem do dia em que ia passar Thriller no Fantástico. Na rua todo mundo só falava disso. Quem naquela época não andava ‘moon walker’?". Para o instrumentista, a influência de Michael na sua geração é inegável. E emenda: "Se a geração atual não o ouve, posso dizer que ela está perdendo muito".


João Barone - Baterista d’Os Paralamas do Sucesso lamenta morte antes da megaturnê. "É curioso e arrebatador. Mas o fato é que Michael Jackson ficará para sempre no panteão dos ícones do pop mundial".


Plínio Profeta - o DJ e produtor lembra que não havia uma noite sequer em que deixasse de tocar algum remix de Michael. "Estou chocado".

Fonte: O Estadão

Novo uso do 700 MHz ainda está em análise, diz Anatel


Espectro


Quinta-feira, 25 de Junho de 2009, 22h33
A segunda faixa de radiofrequência necessária para a quarta geração da telefonia móvel ainda não tem destinação certa, segundo a Anatel. Trata-se da faixa de 700 MHz, usada hoje pela radiodifusão, e considerada o complemento ideal do 2,5 GHz para a oferta de serviços de banda larga móvel com a tecnologia LTE, a evolução das redes 3G atuais. O gerente de engenharia de espectro da Anatel, Marcos de Souza Oliveira, evitou criar expectativas sobre a destinação dessa freqüência para as móveis em sua participação, nesta quinta-feira, 25, do evento "LTE: Tecnologia e Mercado". E disse que essa faixa ainda é alvo de estudos pela agência.

"Não há uma conclusão a respeito", afirmou, referindo-se à nova destinação do 700 MHz. "Está sendo feita uma análise. Há estudos inclusive de viabilidade de uso do sistema white space", complementou. O white space é uma ferramenta que permite uma varredura dos espaços não utilizados nas operações de radiodifusão, como as faixas de salvaguarda de interferências, e viabilizá-los para a exploração sem perturbar os serviços em funcionamento. Segundo Oliveira, esta faixa é um "espectro nobre" por ter uma propagação excelente e, por isso, deve ser analisado com cuidado.

Mas mesmo o uso de sistemas como o white space ainda é apenas uma hipótese. De qualquer forma, a Anatel inicialmente terá que esperar até 2016 para executar uma nova destinação para esta faixa. É esse o ano em que está prevista a devolução da freqüência pelas radiodifusoras, quando será completado o período de transição para a TV digital. Como o modelo adotado no Brasil prevê a transmissão conjunta dos sinais digitais e analógicos durante a transição, a Anatel, em princípio, está de mãos atadas para recuperar a faixa antes do prazo estabelecido pelo governo.

Provocação

A cobiça das móveis pelo 700 MHz foi objeto, inclusive, de uma provocação do consultor e ex-presidente da Anatel, Renato Guerreiro. No debate com as empresas de telefonia móvel, realizado no mesmo evento, Guerreiro questionou: "Nós vamos tirar os radiodifusores da faixa de 700 MHz em 2011? É isso que vocês estão dizendo?". A pergunta, em tom de ironia, arrancou risos da platéia e comentários evasivos dos debatedores que arremataram o diálogo com um "nada a declarar". A pergunta de Guerreiro veio depois da apresentação de Janilson Bezerra, gerente de Infraestrutura e Inovação Tecnológica da TIM, que insistiu na argumentação de que, sem mais espectro, a operação móvel em São Paulo pode entrar em colapso já em 2011. Mariana Mazza

Fonte: Tela Viva

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Procura-se técnico em radiodifusão

O radiodifusores andam desesperados com a falta de técnicos experientes no mercado. O problema piora nos períodos de chuva, mas a coisa tá tão feia que qualquer probleminha nos transmissores vira um problemão por falta de mão de obra qualificada. Não precisa esperar pelo verão.

Seja em Campos, onde o brilhante Paulo Marcos (quinho) dá expediente em 03 emissoras, juntamente com o bravo Tião (Rádio Cultura, Continental, Difusora, entre outras), seja em Itaperuna, Bom Jesus do Itabapoana, São Fidélis, Pádua, etc... está todo mundo sofrendo as consequências. A coisa melhora um pouco para os lados do Rio de Janeiro, mas ninguém do norte noroeste que arriscar chamar um técnico ou engenheiro do Rio com a diária que é cobrada.

Até parece que não temos uma escola que forma técnicos e até graduados em telecomunicações, que podem ser aproveitados na radiodifusão. É bom que se diga, que com a escassez o profissional desta área está sendo muito bem remunerado.

Vale a pena tentar um estágio nas emissoras pra conferir o que estou escrevendo. Apesar de teles absorver a maior parte dos engenheiros em telecomunicações e, de lambuja, levar os técnicos, a radiodifusão é uma boa pedida, pois, além de necessitar muito deste tipo de mão de obra, ainda tem pela frente o desafio do Digital, quando ele vier.

Fonte: Blog Carlos Alfredo

terça-feira, 16 de junho de 2009

MP3 ajuda a vender CDs


Por John Dvorak - PC Magazine


De acordo com estudo divulgado pela BBI, escola de administração noreguesa, quem baixa música livremente em sites de troca de arquivo gasta 10 vezes mais comprando música do que quem não usa esse tipo de site. O resultado do estudo étão impressionante que a indústria musical e as gravadoras simplesmente não acreditam nele.
Mas eu acredito. E por uma razão simples: eu já imaginava que isso iria acontecer desde o final dos anos 1990. Essa pesquisa apenas confirma minhas suspeitas.
O fato é que nos primeiros anos da Era Napster, período em que não havia nenhum movimento musical expressivo que alavancasse o mercado de CDs, as vendas aumentaram. Quanto mais o Napster crescia, mais as vendas aumentavam. Quando mataram o Napster, as vendas de CD diminuíram. E quanto mais a RIAA (associação de gravadoras americanas) perseguia desenvolvedores de programas de compartilhamento de música, mais as vendas de CDs diminuíam. Isso não podia ser coincidência.
A RIAA e a indústria musical em geral culparam as redes P2P (Limewire, Torrent, eMule) pela decadência, acusando-os de "roubar" música. Bom, mas o fato é que não é fácil você encontrar música nova e diferente nas rádios, havia poucos modos de se descobrir novas bandas, novos tipos de música que o motivassem ir a uma loja comprar um CD. Era um momento de transição que deixou a indústria musical perdida e sem rumo.
Com a habilidade de compartilhar coleções musicais de qualquer parte do mundo, o Napster se tornou uma espécie de DJ gigantesco, que conseguia encontrar música de todo e qualquer tipo, não importa qual seu gosto. Com exceção do tempo que se leva para baixar uma música, esse é um modo muito mais eficiente do que o rádio para se ouvir o estilo musical da preferência. E sem comerciais.
Por isso, não é nenhuma surpresa que as vendas de CD eram altas na época do Napster. Porém, absolutamente ninguém da cúpula da indústria musical conseguiu entender a sociologia deses mecanismo. E continua não entendendo.
Por isso faço essa simples pergunta: há uma banda por aí que eu certamente compraria o CD, pois gosto do estilo. Mas como vou descobri-la? Como vou saber se ela existe? Nas rádios que só tocam as mesmas músicas o dia inteiro?
O fato é que os mecanismos de "descoberta" atuais são arcanos e parecem piorar a cada dia. Há centenas de milhares de músicos medíocres enchendo o MySpace de porcaria, oferecendo download gratuito em troca de reconhecimento. As bandas punks mais toscas de antigamente soam como Mozart se compararmos com os lixos sem talento que o mercado tenta nos impor.
A indústria musical se meteu num beco sem saída e agora tenta buscar o caminho mais fácil.
As gravadoras buscam artistas que sejam muito fáceis de promover e investem muito dinheiro neles, ainda que o talento seja zero. E assim vivemos a Era Britney Spears, com artistas sem talento que vivem de imagem para vender (poucos) CDs e ingressos para shows. Eles estão afundando o mercado sem perceber.


Fonte: AdNews

58 novas concessões de rádio e TV

Foram publicados nesta segunda-feira (15) no Diário Oficial da União, 58 atos de renovação e concessão de outorgas para emissoras de rádio e TV. Segundo informações do jornal Correio Braziliense, a lista do Congresso Nacional e do poder executivo contempla emissoras de diversos grupos de todo o país.
Entre as beneficiadas pelo Executivo estão emissoras do grupo Rádio TV do Amazonas, em Manaus (AM), Rio Branco (AC) e Porto Velho (RO), além de concessões da TV Bauru (SP), TV Cultura (SC), TV Gazeta do Espírito Santo e TV Guaíba (RS).
Além disso, emissoras de de rádio de ondas médias (OM) nos estados do Paraná, Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Piauí também foram incluídas na lista.
Já o Congresso declarou cerca de 38 decretos para 10 emissoras de rádio FM, 11 OM e 17 rádios comunitárias.

Fonte: Adnews

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Câmara do Deputados aprova 53 concessões de radiodifusão

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados aprovou na última terça-feira (09/06) 53 projetos de decreto legislativo que autorizam ou renovam concessões de serviços de radiodifusão em vários estados.

Segundo a Agência Câmara, as propostas ainda devem ser analisadas pelo Senado Federal. Só em Paraíba, foram 18 concessões. Minas Gerais têm cinco concessões, assim como Rio Grande do Sul. Foram quatro em Tocantis e Bahia, três no Rio de Janeiro e São Paulo, dois em Santa Catarina, Piauí e Pernambuco, e uma em Alagoas, Ceará, Goiás, Mato Grosso e Sergipe.

Veja abaixo a lista completa:

ALAGOAS
Associação Comunidade Padre Cícero - Joaquim Gomes

BAHIA
Associação Beneficente dos Moradores de Cocos - Cocos
Associação Comunitária Amigos de Pindaí - Pindaí
Associação Cultural de Rádio Comunitária de Santanópolis - Santanópolis
Associação dos Moradores do Vale do Rio Ourives - Ituaçu


CEARÁ
Associação Comunitária Remanso - Quixeramobim

GOIÁS
Associação Comunitária Cultural dos Trabalhadores de Flores de Goiás - Flores de Goiás

MATO GROSSO
AMG Publicidade e Comunicação Ltda. - Sapezal

MINAS GERAIS
Associação Comunitária Cultural Santana do Paraíso Radiodifusão - Santana do Paraíso
Associação Comunitária Estudantil de Espera Feliz - Espera Feliz
Associação Comunitária Riopombense de Radiodifusão - Rio Pomba
Associação da Difusão Cultural de Elói Mendes - Elói Mendes
Associação Rural de Assistência à Infância - Berilo

PARAÍBA
Associação Comunitária Pedreira para o Desenvolvimento de Monte Horebe - Monte Horebe
Associação Comunitária Rural de Barrento - Cajazeirinha
Associação Cultural de Difusão Comunitária de Rio Tinto - Rio Tinto
Associação de Comunicação e Cultura de Campo de Santana - Campo de Santana
Associação de Desenvolvimento Urbano e Rural de Lagoa de Dentro - Lagoa de Dentro
Associação de Radiodifusão Comunitária de Conceição - Conceição
Associação de Radiodifusão Comunitária de Itabaiana - Itabaiana
Associação dos Pequenos Produtores dos Sítios Pau D''Arco, Guaribas e Agostinho - Araçagí
Empresa de Comunicações da Paraíba Ltda. - Soledade
Empresa de Comunicações da Paraíba Ltda. -Triunfo
Fundação Cultural Professora Anália Rodrigues - Itaporanga
Fundação Francisco Ferreira de Lima de Proteção a Maternidade, a Infância, ao Idoso e a Natureza - Bom Sucesso
Rádio Bayeux FM Ltda. - Puxinanã
Rádio Cidade FM de Sumé Ltda. - Sumé
Rádio Comunitária Solidariedade - Serra Branca
Sistema de Comunicação Anel do Brejo Ltda. - Baraúna
Sistema de Comunicação Anel do Brejo Ltda - Camalaú
Sistema de Comunicação Anel do Brejo Ltda. - Catingueira

PERNAMBUCO
Associação de Radiodifusão Comunitária de Espírito Santo - São Bento do Una
Sociedade de Radiodifusão Comunitária Vale do Açaí - Poção

PIAUÍ
Associação Comunitária de Rádio Difusão FM Cidade Livre de Lagoa do São Francisco - Lagoa de São Francisco
Associação de Rádio Comunitária de Conceição do Canindé - Conceição do Canindé

RIO DE JANEIRO
Associação Comunitária de Comunicação e Cidadania Duque de Caxias
Rádio 910 Ltda. - São Fidélis
Organização Cultural Ambiental e de Saúde - Bom Jardim

RIO GRANDE DO SUL
Associação Comunitária Amigos de Bossoroca - Bossoroca
Associação Comunitária Esperança Lagoa Vermelha - Lagoa Vermelha
Associação Cultural e Comunitária Arroiomeense - Arroio do Meio
Associação Cultural Radiodifusora Comunitária - Quinze de Novembro
Rádio Estrela do Sul FM Ltda. - Getúlio Vargas

SANTA CATARINA
Associação Comunitária de Apoio às Entidades - Caibí
Associação de Difusão Comunitária da Cidade de Luzerna - Luzerna

SÃO PAULO
Associação Comunitária Beneficente de Comunicação, Cultura e Desenvolvimento de Roberto - Pindorama
Associação Comunitária de Arapeí - Arapeí
Associação de Serviços de Informação Comunitária de Itirapuã - Itirapuã

SERGIPE
Associação Cultural e Comunitária de Simão Dias - Simão Dias

TOCANTINS
Associação Beneficente e Assistencial do Combinado - Combinado
Associação Comunitária de Rádio Difusão de Carrasco Bonito - Carrasco Bonito
Associação de Apoio a Juventude e ao Esporte de Santa Terezinha do Tocantins - Santa Terezinha do Tocantins
Associação Riossonense de Comunicação Comunitária - Rio Sono

Fonte: Portal Imprensa

terça-feira, 9 de junho de 2009


Manifestação virtual de jornalistas brasileiros em defesa do diploma

O STF está prestes a julgar a necessidade de formação superior para o exercício da profissão de jornalista. Os Jornalistas precisam convencer os 11 Ministros do Supremo de que a obrigatoriedade do diploma interessa não apenas à categoria, mas principalmente a toda a sociedade. Isto para que a regulamentação da profissão continue sendo um dos instrumentos de defesa de um Jornalismo cumpridor de sua função social. Na rede social Jornalista, só com diploma! Os integrantes pedem a todos que enviem e-mails aos Ministros do ST manifestando essa opinião. E Também divulgue a mensagem, repassando as listas e mailings de cada um.

E finaliza com a mensagem: “Entre nesta luta, ela é de todos nós.”

A respectiva lista de e-mails é esta anote:

Ministro Gilmar Mendes – Presidente - mgilmar@stf.gov.br
Chefe de Gabinete: Isabel Cristina Ferreira de Carvalho - isabelc@stf.gob.br
Ministro Cezar Peluso - Vice-Presidente - macpeluso@stf.gov.br
Chefe de Gabinete : Carla Kindler Rosanova Sotto - mluciam@stf.gov.br
Ministro Celso de Mello - mcelso@stf.gov.br
Chefe de Gabinete: Miguel Ricardo de Oliveira Piazzi - piazzi@stf.gov.br
Ministro Marco Aurélio - mmarco@stf.gov.br
Chefe de Gabinete: Marcos Paulo Loures Meneses - marcosp@stf.gov.br
Ministra Ellen Gracie - ellengracie@stf.gov.br
Chefe de Gabinete: Ângelo Tabet - angelotabet@stf.gov.br
Ministro Carlos Britto - gabcarlosbritto@stf.gov.br
Chefe de Gabinete: Beatriz Ventura Teixeira Coimbra - beatriz@stf.gov.br
Ministro Joaquim Barbosa - mjbarbosa@stf.gov.br
Chefe de Gabinete: Marco Aurélio Lúcio - marco@stf.gov.br
Ministro Eros Grau - egrau@stf.gov.br
Chefe de Gabinete: Alexandra Mery Hansen Matsuo - alexandram@stf.gov.br
Ministro Ricardo Lewandowski - gabinete-lewandowski@stf.gov.br
Chefe de Gabinete: Patrícia Maria Landi da Silva Bastos - patriciaml@stf.gov.br
Ministra Cármen Lúcia - clarocha@stf.gov.br
Chefe de Gabinete: Eduardo Silva Toledo - eduardost@stf.gov.br
Ministro Menezes Direito - Chefe de Gabinete: Ana Maria Alvarenga Mamede Neves: gabmdireito@stf.gov.br

domingo, 7 de junho de 2009

O futuro da radiodifusão brasileira



Por três dias, a capital federal foi o palco principal dos debates sobre o setor de rádio e televisão brasileira. Empresários do setor, comunicadores, técnicos e pesquisadores abordaram assuntos como liberdade de expressão, novas tecnologias, marco regulatório e gestão de empresas durante o 25° Congresso Brasileiro da Radiodifusão.
O segmento marcou posição sobre temas estratégicos, como liberdade de expressão comercial, o combate à radiodifusão ilegal e a participação na Conferência Nacional de Comunicação. Do ponto de vista econômico, o congresso superou as expectativas mais otimistas: a 22ª Feira Internacional de Equipamentos e Serviços, que contou com a presença de 94 empresas, comercializou R$ 38 milhões.
Com 1,5 mil participantes, a edição deste ano aconteceu em um momento de grandes transformações tecnológicas que impactam todas as formas de comunicação. Além disso, marcou 47 anos de debates sobre a comunicação no país, promovidos pela Abert.
No congresso, o ministro das Comunicações, Hélio Costa, anunciou a assinatura da portaria para a realização de consulta pública que permitirá a concorrência dos principais padrões digitais de rádio do mundo e, posteriormente, a definição do modelo a ser adotado pelas milhares de emissoras brasileiras.
Quase centenário, o rádio brasileiro é o único remanescente no ambiente analógico e, portanto, a possibilidade de transição para o padrão digital era muito esperada pelas emissoras.
Com a participação de renomados profissionais de diversas áreas do conhecimento, durante o congresso, reafirmamos a defesa unânime do Conar como exemplo de auto-regulamentação da propaganda.
Para o setor da radiodifusão, que responde por 0,49% do PIB, gera 302,6 mil empregos (diretos e indiretos) e fatura mais de 14 bilhões de reais ao ano, a publicidade responde por 89% da receita das emissoras (FGV).
Também definimos os principais eixos de discussão para as pré-conferências e o evento final da Confecom, em dezembro, em Brasília. Acreditamos nela como uma oportunidade de discutir o futuro das comunicações, a convergência tecnológica e as novas mídias.
E ainda evidenciamos durante o congresso a necessidade premente de aperfeiçoamento da gestão dos processos em tramitação no Ministério das Comunicações.
Enfim, não temos dúvida de que as conclusões e diretrizes produzidas neste congresso servirão para consolidar nossa atuação em um cenário de convergência, cada vez mais complexo e desafiador, que elimina fronteiras entre os meios de comunicação, torna mais veloz o acesso a informações e redesenha, pouco a pouco, a maneira de fazer negócios.
Daniel Pimentel SlavieroPresidente da Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão - Abert

Fonte: Jornal Correio da Ilha

Algumas Noticias legais leia e volte pra cá

Sindicato dos comunicadores quer tirar das tevês e rádios políticos sem registro na DRT

Quer saber mais http://www.midiamax.com/view.php?mat_id=515082

Do Rádio para a Tv

Para mais http://oglobo.globo.com/cultura/kogut/posts/2009/06/04/do-radio-para-tv-192213.asp

Blog legal Patricia Kogut http://oglobo.globo.com/cultura/kogut/posts/2009/06/04/do-radio-para-tv-192213.asp

Blog do Radilista Carlos Ferreira - MG http://carlosferreirajf.blogspot.com/2009/05/radiodifusao_30.html

quinta-feira, 4 de junho de 2009

ECAD não pode cobrar direitos autorais em festa de casamento

É inexigível o pagamento de direitos autorais pela execução de músicas em festa realizada em salão locado, logo, com acesso restrito. Esse é o entendimento do juiz do 3º Juizado Especial Cível de Taguatinga, confirmado unanimemente pelos integrantes da 1ª Turma Recursal do TJDFT.
Inconformado com a cobrança de direitos autorais feita pelo ECAD diante da execução de músicas em sua festa de casamento, o autor ingressou com ação na qual questiona a legitimidade da cobrança, uma vez que a festa foi realizada em um salão de clube alugado.
O ECAD argumenta que a cobrança é devida porque o salão locado é ambiente de frequência coletiva, conforme dispõe a Lei 9.610/98:
"Art. 68. Sem prévia e expressa autorização do autor ou titular, não poderão ser utilizadas obras teatrais, composições musicais ou lítero-musicais e fonogramas, em representações e execuções públicas. § 1º Considera-se representação pública a utilização de obras teatrais no gênero drama, tragédia, comédia, ópera, opereta, balé, pantomimas e assemelhadas, musicadas ou não, mediante a participação de artistas, remunerados ou não, em locais de freqüência coletiva ou pela radiodifusão, transmissão e exibição cinematográfica. § 2º Considera-se execução pública a utilização de composições musicais ou lítero-musicais, mediante a participação de artistas, remunerados ou não, ou a utilização de fonogramas e obras audiovisuais, em locais de freqüência coletiva, por quaisquer processos, inclusive a radiodifusão ou transmissão por qualquer modalidade, e a exibição cinematográfica. § 3º Consideram-se locais de freqüência coletiva os teatros, cinemas, salões de baile ou concertos, boates, bares, clubes ou associações de qualquer natureza, lojas, estabelecimentos comerciais e industriais, estádios, circos, feiras, restaurantes, hotéis, motéis, clínicas, hospitais, órgãos públicos da administração direta ou indireta, fundacionais e estatais, meios de transporte de passageiros terrestre, marítimo, fluvial ou aéreo, ou onde quer que se representem, executem ou transmitam obras literárias, artísticas ou científicas. ..."
O juiz admite que o pagamento do valor cobrado é devido se a obra for exibida publicamente em locais de frequência coletiva. Entretanto, segundo ele, o fato de o autor ter locado um salão de festas para realizar sua festa de casamento não torna o local de frequência coletiva. Isso porque as pessoas que comparecem a esse tipo de festa são em número determinado e todas convidadas dos noivos ou seus familiares. E ressalta: "Em tais eventos normalmente são exigidos os convites individuais distribuídos pelos nubentes. Ou seja, não é qualquer pessoa que pode frequentar o salão de festas locado".
O magistrado prossegue explicando que o salão de festa locado para a festa particular, sem fins lucrativos, foge do espírito da lei que relacionou os locais no § 3º mencionado na Lei 9.610/98. Ele acrescenta que os locais ali citados são frequentados por um número indeterminado de pessoas, sendo acessível a qualquer um, o que não ocorre no presente caso. Assim, conclui que a festa que se dá em recesso familiar está dispensada do pagamento arguído, conforme consta, inclusive, do artigo 46 da mesma lei mencionada pelo ECAD:

"Art. 46. Não constitui ofensa aos direitos autorais: ... VI - a representação teatral e a execução musical, quando realizadas no recesso familiar ou, para fins exclusivamente didáticos, nos estabelecimentos de ensino, não havendo em qualquer caso intuito de lucro.

A Era do Radio em documentário


Um retrato da Era de Ouro do Rádio é o que oferece o documentário Cantoras do Rádio, que tem pré-estréia nacional em Curitiba, no Unibanco Arteplex do Shopping Crystal, hoje, para convidados. Fruto de um projeto da produtora curitibana Laura Dalcanale, o filme foi produzido pela sua Arte Lux Produções, com direção do jovem diretor paranaense Gil Baroni. Para relembrar a mágica música daquele período, reuniu quatro cantoras que fizeram muito sucesso entre as décadas de 30 e 50 - Carmélia Alves, Carminha Marsacarenhas, Violeta Cavalcanti e Ellen de Lima. O fio condutor é um show produzido especialmente para as filmagens, no Rio de Janeiro. Entre trechos deste reencontro, o quarteto relembra histórias daqueles tempos fundamentais da música, além de mostrar a luta contra o ostracismo.